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Dando credibilidade ao treinamento

O caráter espasmódico/emergencial das atividades de treinamento gerencial tem contribuído em muito para seu descrédito, ineficiência e desvinculação do negócio. A retomada do crescimento, no Brasil, está demandando processos educacionais com horizontes mais longos, cada vez mais relacionados ao negócio (com resultados mensuráveis) e uma dose cada vez maior de participação da diretoria e escalões superiores (agora a nível de consultores internos e não de simples "patrocinadores"). O intuito desse artigo é o de listar cuidados de natureza estratégica e operacional quando do desenvolvimento de programas de educação permanente; propositadamente deixamos de separar o estratégico do operacional pois, a nosso ver, esta dicotomia pode levar à visão errônea de que o primeiro compete apenas à diretoria, o que nem sempre encontra respaldo na realidade em termos de gestão participativa. Os cuidados ExemploNão existe desenvolvimento gerencial sem exemplo. Se o presidente e os Diretores embarcam prioritariamente na "canoa", os demais tendem a seguí-los. Embarcar na canoa significa não só participar do programa como "alunos", mas também como consultores internos, aliando o conhecimento do negócio ao saber relativo à funções e instrumentos gerenciais. VisãoO que aqui chamamos de visão nada mais é do que a busca de um perfil gerencial necessário para consecução dos objetivos que a empresa deseja atingir nos próximos anos. A definição dessa visão (e por conseqüência, desse perfil) dentro de um esquema de coparticipação de áreas meio a fim, é estratégia fundamental para sua aceitação e implementação. Vale aqui lembrar que, neste processo, a área de RH deve atuar mais como canalizadora das várias correntes do que como formadora de opiniões. PerspectivaO engajamento num programa de educação permanente implica no conhecimento, por todos das etapas do processo, antes de seu início; a perspectiva de longo prazo é fundamental para a credibilidade e esforço. ProfundidadeEstamos falando de processos de mudança e não da simples participação em cursos e seminários; isto quer dizer que cada tema deve ser abordado com a maior profundidade possível, antes do início de um outro assunto. É a estratégia da profundidade predominante sobre a diversificação. MensuraçãoNenhum programa de longo prazo sobreviverá se não trouxer resultados quantificáveis; para mudar é preciso que eu saiba como e quanto estou mudando. A mudança se alimenta de mudança. A mensuração de resultados implica no estabelecimento, antes do início de cada programa, de dois tipos de metas: Metas de Processo - se a tecnologia foi bem recebida, se foi aprendida e se foi utilizada pelo participante. Metas de Produto - quanto a organização lucrou com o atingimento das metas de processo; se houve aumento de receita, diminuição de despesas, criação de novo produtos/serviços, etc. Ambas as metas - processo e produto - devem ser medidas através de indicadores qualitativos e quantitativos previamente estabelecidos. A idéia é só fazer o que puder ser medido. Treinamento / ConsultoriaA educação permanente deve utilizar de forma integrada as duas abordagens. A primeiro para início da mudança e como um enfoque de massa; a consultoria, do meio para o fim, como uma forma de demonstrar, de maneira mais individualizada, no que o negócio pode ser beneficiado pela tecnologia que está sendo colocada. Multiplicação / EscalaÉ evidente que o custo de um programa longo e permanente muitas vezes inviabiliza o atingimento de todos os níveis de chefia. Aí entra a responsabilidade de quem participou mais diretamente, na transmissão do que viu, para seus subordinados. Esta regra do jogo deve ficar clara antes do jogo começar. Cada executivo / gerente é um multiplicador em potencial e caberá a ele, com a ajuda da unidade de RH, assumir o papel de consultor / instrutor de seus subordinados. CobrançaUm programa de educação permanente implica na adoção de uma estratégia de cobrança permanente, em todos os sentidos. Os superiores definindo antes, durante e depois de cada programa a cada subordinado; estes cobrando das respectivas chefias a ajuda necessária para atingimento daquelas expectativas. É algo para o dia-a-dia e sempre.
Cliente Não se pode falar em desenvolvimento a longo prazo sem o envolvimento do cliente externo. Se esse cliente é a razão de ser do negócio como então deixá-lo de fora de qualquer processo de mudança? A operacionalização dessa idéia passa pelo conceito de parceria; comunhão de informações, podendo servir até para objetivos mercadológicos. CumplicidadeComo quase todos programas de educação permanente implicam no envolvimento de uma consultoria, a relação de cumplicidade entre esta e o cliente é fundamental. Entenda-se por cumplicidade um investimento grande de, ambas as partes, no conhecimento dos aspectos de negócio que interferem no programa; o mesmo que aplica em relação ao conhecimento das pessoas que participam do programa. Os maiores êxitos em programas gerenciais acontecem quando o representante do cliente investe até 50% do seu tempo no estabelecimento dessa cumplicidade e quando o consultor sai de sua posição de alguém "não envolvido" para fazer parte do time da empresa. Uma palavra final É evidente que não pretendemos esgotar o assunto educação, permanente com um artigo tão curto. Nosso intuito principal é chamar a atenção de quem dirige nossas organizações sobre os novos rumos do treinamento para os próximos anos que quase sempre passarão pela educação permanente e os erros a evitar nesta área já tão complicada.

Texto de L.A. Costacurta , vice-presidente do Instiuro MVC

Sucessão empresarial

A sucessão empresarial costuma assumir uma configuração delicada quando a empresa em questão, geralmente por apresentar um porte pequeno ou médio, não se preparou para tal evento.
Esta descrição não é absolutamente geral, embora muito freqüentemente venha a caracterizar a empresa na segunda ou terceira geração relativamente a seus fundadores. É natural que seus fundadores, após conhecer o sucesso do empreendimento, tenham, em relação a seus descendentes, uma postura complacente porquanto dominam a atividade, e dificilmente aceitam com racionalidade a necessidade de prepararem seus sucessores, sejam eles familiares ou profissionais do mercado.
Esta realidade assume características mais marcantes no que tange às atividades como gestão administrativa e financeira, contabilidade de custos e gerencial, recrutamento, aperfeiçoamento e seleção, etc.
As atividades de produção ou vendas costumam ser do domínio dos fundadores e, desta forma, este conhecimento normalmente é transmitido a seus sucessores e não necessariamente atualizados, porque prevalece o dito popular de não se mexer naquilo que anda bem.
Pelo que foi acima descrito, é inteligível o desfecho quando pela falta dos fundadores devem os sucessores assumir um cenário que conhecem a distância, e que se cerca de dificuldades, sejam elas de natureza técnica ou decorrentes de um difícil relacionamento com irmãos e/ou filhos dos demais sócios.
Essa situação ocorre mais freqüentemente do que se possa imaginar, mesmo em empresas de grande porte, uma vez que seus fundadores costumam, ao longo de anos de experiência atuando em quase todas as frentes, adquirir um conhecimento muito abrangente.
Pelo que foi exposto, devemos perceber que se trata de um problema de grande dificuldade e complexidade, passível de ser resolvido mediante assistência de profissionais qualificados no trato de matéria em que as fronteiras da técnica, da administração propriamente dita e da psicologia se sobrepõem.
A solução para este elenco de problemas se coloca praticamente mediante o consenso de profissionais conhecedores dos aspectos mencionados, não se perdendo de vista a imperiosa necessidade do cumprimento de algumas etapas:
Uma análise da estrutura econômico-financeira e gerencial do empreendimento;Uma análise pormenorizada de seus quadros funcionais à luz das necessidades que o negócio pressupõe;Estudo objetivo do organograma efetivo e não teórico do empreendimento, porquanto a identificação de treinamento dos sucessores ou contratação de profissionais do mercado depende fundamentalmente da definição de funções a serem exercidas;Análise da estrutura que o empreendimento necessita, como Conselho de Administração, Diretorias, Gerências, etc.
Preparação no que for possível e a riqueza de informações permitir um plano estratégico de médio ou longo prazo, a fim de se conhecer o perfil administrativo a ser adotado, no que tange a forma jurídica a ser assumida (Limitada, sociedade anônima fechada, sociedade anônima aberta, etc).
Esta seqüência, compreendendo análise, planejamento, coordenação, controladoria, etc, é objeto de muitas alternativas para compatibilizar a empresa às necessidades impostas pelo mercado e pelo traumático evento que é a sucessão, podendo a mesma ser tranqüila ou tumultuada.

Texto de Augusto Paes Barreto , artigo publicado na Revista e Portal VENCER!

Quer saber o segredo das empresas de sucesso?

Qual será o segredo do sucesso na gestão empresarial? O que fazer para manter uma equipe coesa e motivada para novas conquistas? Como construir um ambiente de trabalho acolhedor e produtivo?
Existem muitas etapas que precisam ser vencidas para que uma empresa possa triunfar nessa aldeia de competitividade global. Mas, afinal de contas, diante destas necessidades, o que faz uma empresa ser grande? O tamanho do investimento financeiro? O capital humano que ela possui?
O que podemos abstrair do cenário atual é que não basta atrair pessoas de talento. É preciso motivá-las para que elas busquem os crescimentos profissional e pessoal. Se a empresa não dá bons exemplos, dificilmente alguém empunhará a bandeira em nome do investimento pessoal. O problema se encontra, então, quando a organização não valoriza seus colaboradores (como, por exemplo, não busca recursos suficientes para treinamentos, nem incentivos à educação, formação ou informação). A mensagem subjacente fica de que preservar seu maior patrimônio, ou seja, pessoas, não é relevante.
Diante da ambigüidade da situação, nada de bom pode-se esperar de uma instituição que não valoriza o que tem de melhor. O funcionário poderá pensar que zelar pela aparência do local de trabalho, de sua aparência pessoal, da manutenção das instalações, dos equipamentos da empresa e tratar bem os clientes também não importam muito.
Como uma empresa pode prosperar quando seus colaboradores não são tratados com dignidade e respeito? Não há o que se esperar de um funcionário tenso e desmotivado. Pode ser que, em algum dia, a empresa tenha ignorado a qualidade do relacionamento de equipe, entretanto não creio ser o caso das organizações atuais, cujo objetivo é o sucesso.
Estamos vivenciando o momento do varejo, época de concorrência acirrada em todos os setores. Os métodos de produção enxuta já não são mais segredos, os preços dos produtos são similares, a qualidade dos bens está nivelado e o pós-venda já não é mais considerado diferencial competitivo.
É neste cenário inédito que as empresas do varejo parecem ditar as normas. O Walt Mart, por exemplo, contabiliza faturamento maior do que qualquer indústria, superior, inclusive, ao PIB de muitos países, como o do Brasil. Organizações como o Walt Mart podem determinar o que querem produzir, a que preço e onde seus pedidos devem ser entregues. Elas têm o mundo aos seus pés, pronto a atendê-las. A verdade é que o varejo nunca foi tão imponente no mundo dos negócios quanto tem sido nesta década. Mas, afinal de contas, o que empresas como o Walt Mart estão fazendo para contabilizar tanto sucesso? Certamente, não foi uma única ação que as levaram ao atual patamar de realização. Parece que o desafio de interagir com pessoas, de forma pragmática, não tem sido um problema para elas. Talvez aí esteja o verdadeiro diferencial competitivo das organizações vencedoras, as quais conseguem encantar os clientes e elevar a força de vendas a patamares que as blindam de concorrentes menos atentos.
Etapas a serem vencidas para o triunfo da empresa:
- Não basta atrair pessoas de talento, é preciso motivá-las;- Sempre dê bons exemplos;- Procurar formas de valorizar seus colaboradores, como buscar recursos para treinamentos, incentivar a formação;- Não ignorar a qualidade de relacionamento com a equipe, assim, tratar bem o funcionário, para que ele se sinta motivado a trabalhar;- Ter maior preocupação com a qualidade da gestão de pessoas;- Buscar interagir com as pessoas de forma pragmática.

Texto de Evaldo Costa , artigo publicado na Revista e Portal VENCER!

Confirmado o simbolo oficial da Copa do Brasil 2014


APENAS A LÍNGUA PORTUGUESA NOS PERMITE ESCREVER ISSO...

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais.Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido,porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo...-Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses.Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu pron-tamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profunda mente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente,pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou P éricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos.Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas.Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..." Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.E você ainda se acha o máximo que consegue dizer: "O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma?

9 dicas pra diminuir a Ansiedade!! mto bom!!!!

Ansiedade... entrevista sobre o assunto!

Distúrbios de Ansiedade

A ansiedade é considerada um distúrbio quando ela ocorre em momentos que não se justificam ou quando é tão intensa ou duradoura que acaba interferindo com as atividades normais do indivíduo. Os distúrbios de ansiedade são o tipo mais comum de distúrbios psiquiátricos.

O que é ansiedade ?
A ansiedade é um sinal de alerta, que permite ao indivíduo ficar atento a um perigo iminente e tomar as medidas necessárias para lidar com a ameaça. Portanto é um sentimento útil. Sem ela estaríamos vulneráveis aos perigos e ao desconhecido. É algo que está presente no desenvolvimento normal do ser humano, nas mudanças e nas experiências novas e inéditas. A ansiedade permite a um ator que estreará uma nova peça, ensaiar o suficiente para ter maior segurança e, conseqüentemente, menor ansiedade; ou então que um jovem se prepare demoradamente e até com vários detalhes irrelevantes para um encontro amoroso. Após algum tempo, a preparação para o encontro com uma antiga namorada se torna quase desnecessária, já que não há mais ansiedade.

Como surge a ansiedade?
A ansiedade pode surgir repentinamente, como no pânico, ou gradualmente, ao longo do tempo, que pode variar de minutos a dias. A duração da ansiedade pode variar de alguns segundos a anos e sua intensidade pode variar do muito leve ao gravíssimo. A ansiedade pode ser aumentada por um sentimento de vergonha: "Os outros notaram que estou nervoso". Alguns ficam surpresos ao notarem que os outros não perceberam sua ansiedade ou não notaram a sua intensidade.

Como é a ansiedade normal?
A ansiedade normal é uma sensação difusa, desagradável, de apreensão, acompanhada por várias sensações físicas: mal estar epigástrico, aperto no tórax, palpitações, sudorese excessiva, cefaléia, súbita necessidade de evacuar, inquietação etc. Os padrões individuais físicos de ansiedade variam amplamente. Alguns indivíduos apresentam apenas sintomas cardiovasculares, outros apenas sintomas gastrintestinais, há aqueles que apresentam apenas sudorese excessiva. A sensação de ansiedade pode ser dividida em dois componentes:
a consciência de sensações físicas, e
a consciência de estar nervoso ou amedrontado.

Quando a ansiedade é anormal?
A ansiedade anormal ou patológica é uma resposta inadequada a determinado estímulo, em virtude de sua intensidade ou duração. Diferentemente da ansiedade normal, a patológica paralisa o indivíduo, traz prejuízo ao seu bem estar e ao seu desempenho e não permite que ele se prepare e enfrente as situações ameaçadoras.

Qual a diferença entre medo e ansiedade?
A diferença entre medo e ansiedade é questão teórica. Como citado anteriormente, a ansiedade é uma sensação vaga e difusa que nos leva a enfrentar com sucesso as situações agradáveis ou não. Já o medo, que também é uma reação normal, difere da ansiedade porque é ligado a uma situação ou objeto específico que apresenta perigo, real ou imaginário, e nos leva a evitá-lo. Um exemplo é o medo de assalto. Todos evitamos as situações que possam nos deixar mais vulneráveis.

O que é a fobia?
A fobia envolve uma ansiedade persistente, intensa e irrealística, em resposta a uma situação específica, como por exemplo altura. A pessoa fóbica evita a situação que desencadeie a sua ansiedade ou suporta-a com grande sofrimento. Entretanto, ela reconhece que sua ansiedade é excessiva e consciente que tem um problema. Uma fobia é caracterizada por:
Medo excessivo, imensurável de um objeto ou situação;
Comportamento de esquiva em relação ao objeto temido;
Grande ansiedade antecipatória quando próximo do objeto em questão; e
Ausência de sintomas ansiosos quando longe da situação fóbica.

O que causa uma fobia ?
Existem diversas teorias para o aparecimento de uma fobia como a psicanalítica, a comportamental, a existencial e a biológica.
Segundo as teorias psicanalíticas, a fobia é um sinal para o ego de que um instinto inaceitável está exigindo representação e descargas conscientes (sintomas de ansiedade ou fobias). A ansiedade desperta o ego para que tome medidas defensivas contra as pressões interiores. Se a repressão não for bem sucedida, outros mecanismos psicológicos de defesa podem resultar em formação de sintomas.
Segundo as teorias comportamentais, a fobia é uma resposta condicionada a estímulos ambientais específicos. Uma pessoa pode aprender a ter uma resposta interna de ansiedade após uma experiência negativa ou imitando respostas ansiosas de seu meio social. A teoria cognitiva da fobia sugere que padrões de pensamentos incorretos, distorcidos, incapacitantes ou contra-producentes acompanham ou precedem os comportamentos desadaptados. Os pacientes que sofrem de fobia tendem a superestimar o grau e a probabilidade de perigo em uma determinada situação e a subestimar suas capacidades para lidar com ameaças percebidas ao seu bem-estar físico ou psicológico.
De acordo com as teorias existenciais, as pessoas ficam fóbicas ao se tornarem conscientes de um profundo vazio em suas vidas. A ansiedade é a resposta a este imenso vazio de existência e significado.
Pelas teorias biológicas, a fobia é definida como uma função mental e essas teorias criam hipóteses para sua representação cerebral. Essas teorias são baseadas em medições objetivas que comparam a função cerebral de pessoas normais com indivíduos com fobias, principalmente através do uso de medicamentos ansiolíticos (tranqüilizantes). É possível que certas pessoas sejam mais suscetíveis ao desenvolvimento de um transtorno de ansiedade, com base em uma sensibilidade biológica. Os três principais neurotransmissores associados às fobias são a noradrenalida, o ácido gama-aminobutírico (GABA) e a serotonina.

Quais são os principais distúrbios de ansiedade?
Os principais distúrbios de ansiedade são: ansiedade generalizada, ansiedade induzida por drogas ou problemas médicos, ataque de pânico, distúrbio do pânico, distúrbios fóbicos (agorafobia, fobia social, fobia generalizada etc.), transtorno obsessivo-compulsivo.

O que é o distúrbio de ansiedade generalizada?
O distúrbio de ansiedade generalizada é a ansiedade e preocupação excessiva, quase que diária, sobre uma série de atividades ou eventos, e que dura 6 meses ou mais. A ansiedade e a preocupação são intensas e de difícil controle, desproporcionais à situação e podem ser sobre as mais diversas questões como dinheiro, saúde etc. Nesse distúrbio, pelo menos três dos seguintes sintomas estão presentes: inquietação, fatiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular e sono de má qualidade. O tratamento é realizado com a a associação de medicamentos (antidepressivos ou benzodiazepínicos) e psicoterapia comportamental.

O que é a ansiedade induzida por drogas ou doenças?
Neste distúrbio, a ansiedade é decorrente de problemas médicos ou uso de drogas lícitas ou ilícitas. As doenças que podem causar ansiedade são: infecções cerebrais, doenças do labirinto, distúrbios cardiovasculares (insuficiência cardíaca, arritmias), distúrbios endócrinos (hiper-atividade das glândulas tireóide ou supra-renal) e distúrbios respiratórios (asma, doença obstrutiva crônica do pulmão). Entre as drogas que podem causar ansiedade têm-se: álcool, cafeína, cocaína e diversas drogas medicamentosas. A ansiedade também pode ser causada quando se para de tomar determinados medicamentos ou drogas ilícitas.

Quais são os principais distúrbios fóbicos?
Os principias disturbios fóbicos são agorafogia, transtorno do estresse pós traumático, fobia social, fobias específicas.

O que é a agorafobia?
O termo "agorafobia" significa medo de lugares abertos. Na prática clínica designa medo de sair de casa ou de situações onde o socorro imediato não é possível. O termo, portanto, refere-se a um grupamento inter-relacionado e freqüentemente sobreposto de fobias que abrangem o medo de sair de casa, medo de entrar em lugares fechados (aviões, elevadores, cinemas etc.) multidões, lugares públicos, permanecer em uma fila, viajar de ônibus, trem ou automóvel, de se distanciar de casa e de estar só em uma destas situações. A agorafobia é uma complicação freqüente no transtorno de pânico, onde todas as situações temidas têm em comum o medo de passar mal e não ter socorro fácil ou imediato.

O que é a fobia social ou transtorno de ansiedade social?
A fobia social é o medo patológico de comer, beber, tremer, enrubescer, falar, escrever, enfim, de agir de forma ridícula na presença de outras pessoas. Uma característica importante da fobia social é a ansiedade antecipatória e o sofrimento durante a exposição.

O que são fobias específicas?
São fobias restritas a situações altamente específicas, como determinados animais, altura, trovão, escuro, espaços fechados, visão de sangue ou medo de exposição a doenças específicas. Apesar de a situação temida ser limitada, a iminência ou o contato com ela pode provocar um ataque de ansiedade aguda. Fobias específcias surgem na infância e podem persistir por toda a vida se permanecerem sem tratamento, como ocorre na maioria dos casos. O tratamento indicado é a terapia comportamental, com uso de técnicas como a dessensibilização ou "flooding", associadas a técnicas de relaxamento. Em alguns casos, o uso de benzodiazepínicos, por período limitado, pode ser útil.

O que é o Transtorno de Estresse Pós-Traumático?
É um distúrbio de ansiedade que se desenvolve em pessoas que experimentaram estresse físico ou emocional de magnitude suficientemente traumática para um ser humano comum.
As principais características deste distúrbio são:
a re-experiência do trauma através de sonhos e pensamentos em vigília ("flash back");
torpor emocional para outras experiências relacionadas; e
sintomas físicos de ansiedade, depressão e dificuldades cognitivas.
A ansiedade e depressão estão comumente associadas e a ideação suicida pode ocorrer. Como exemplo, há as experiências de guerra, catástrofes naturais, estupro, acidentes sérios etc. Fatores predisponentes, como traços de personalidade ou presença de outros transtornos mentais, podem facilitar o aparecimento do transtorno ou agravar o seu curso, mas não são necessários nem suficientes para explicar a sua ocorrência. O início do quadro segue o trauma com um período de latência que pode variar de poucas semanas a meses, raramente excedendo a 6 meses. O curso é flutuante e a recuperação ocorre na maioria dos casos. O tratamento com psicoterapia de orientação psicanalítica, terapia cognitiva e a associação a psicofármacos, ansiolíticos ou antidepressivos, conforme a síndrome predominante, parecem trazer bons resultados.

O que é o transtorno-obsessivo compulsivo?
O Transtorno Obsessivo Compulsivo, ou simplesmente TOC, é uma doença crônica caracterizada pela presença involuntária e intrusiva de obsessões e/ou compulsões. Obsessões são pensamentos, sentimentos, idéias, impulsos ou representações mentais vividos como intrusos e sem significado particular para o indivíduo. As obsessões mais comuns são as de limpeza e contaminação (por sujeira e doenças), verificação, escrupulosidade (moralidade), religiosas e sexuais.

Bibliografia
Temas Relacionados:
Fobia Social, por Dr. Antonio Egidio Nardi
Transtorno do Pânico, por Dr. Antonio Egidio Nardi
Transtorno Obsessivo-Compulsivo, por Dr. Eurípedes Miguel
Psicoterapias, por Dr. Miguel Chalub

Faça de seu contabilista um parceiro. Evite tormentas

Em épocas de crise econômica, as empresas buscam medidas para a redução de custos, de forma a compensar a queda na receita e equilibrar o fluxo de caixa. Ao levantar os custos fixos e variáveis, se descobre que a carga tributária é um dos maiores vilões, superando 36% da receita bruta. O custo com tributos não inclui apenas o pagamento dos impostos, mas os custos burocráticos, como processamento, planilhas de acompanhamento, guias de recolhimento e outros. Claro que todo empresário sabe que a carga tributária no Brasil é alta, todos reclamam, mas poucos têm a consciência de quanto cada tributo pesa em seu lucro.
A realidade tributária é muito complexa. O sistema conta com 61 tributos, mais de 3.200 normas e quase cem obrigações acessórias, como livros, formulários, guias e declarações. “Isso demonstra a necessidade de uma gestão tributária, área em que o contabilista deixa de ser um preenchedor de guias e formulários e passa a atuar como um consultor em tributos”, explica Maria Clara Cavalcante Bugarim, presidente do Conselho Federal de Contabilidade.
Segundo ela, este é o grande desafio da classe hoje: “No Brasil atuam hoje mais de 400 mil profissionais de contabilidade. Mesmo com a crise, a situação desses profissionais é confortável, pois toda a empresa precisa necessariamente dos serviços do contador, e novas empresas continuam sendo abertas”. Por outro lado, surgem novos desafios com a globalização, a chegada de novas tecnologias e exigência do mercado, como a do contador passar a atuar como um consultor, fazendo uma gestão tributária”.
Ela explica que a gestão tributária de forma alguma incentiva a sonegação de impostos: “Essa gestão, ou planejamento tributário, nada mais é do que uma análise de quais tributos o empresário é obrigado a recolher e o exato enquadramento da empresa perante o Fisco. Como a legislação é complexa e o empreendedor muitas vezes não conhece todos os detalhes, acaba pagando mais do que deve”. É justamente essa complexidade que permite a adoção de uma gestão eficaz, com a participação de profissionais competentes, que conheçam a fundo a legislação. O empresário precisa deixar de ver o contador apenas como um profissional que irá registrar o dia a dia da empresa, mas como um importante parceiro do seu negócio.
Segundo a presidente do CFC, o cenário atual abre uma nova era para o mercado brasileiro e também para os profissionais de contabilidade: “A inclusão plena dos nossos contabilistas neste vasto campo de trabalho demanda muitas e importantes ações. Como exemplo, uma formação profissional à altura das exigências da Contabilidade Internacional. Tem-se uma imprescindível necessidade de engajamento no processo de Educação Profissional Continuada, a começar pelas novas e crescentes demandas de profissionais com expertise para interagir com o Sistema Público de Escrituração Digital – SPED, na esteira de novidades trazidas pelo Governo Eletrônico. O que, por sua vez, já nos desafia a intensificar o processo de emissão da nova identidade digital”.
De outra parte, voltado para os interesses da sociedade brasileira, o Conselho Federal de Contabilidade vem colaborando com as entidades governamentais e contribuindo – institucional e tecnicamente – para dotar o Brasil de uma Contabilidade Pública à altura da posição ocupada pelo País na economia mundial. Nesse sentido, a entidade trabalha para aprovar as imprescindíveis Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público.
Segundo Maria Clara, outra importante questão é levar o projeto de modernização da Contabilidade Pública aos municípios. São mais de cinco mil cidades no Interior do Brasil, a maioria ainda carente da presença qualitativa de profissionais contábeis, devidamente atualizados na nova visão defendida pelo CFC: “Todo um esforço de formação profissional se faz necessário, no sentido de aproximar o profissional contábil dos agentes públicos”.
Para a presidente da CFC, com a entrada em vigor da nova Lei das Sociedades Anônimas, vem a imposição de amplas mudanças no fazer contábil, afetando sobremodo os profissionais que lidam com empresas de capital aberto. Isto demandará do sistema CFC/CRCs uma grande mobilização em torno de um programa específico de atualização profissional: “Essas e outras grandes questões que desafiam a gestão do CFC são de natureza sistêmica. Em outras palavras, temos de raciocinar como sistema CFC/CRCs, sempre procurando nivelar por cima. No Conselho Federal, há de se buscar o melhor atendimento aos regionais. Cada regional, por sua vez, no que couber, sempre que possível, deve contribuir para o fortalecimento das entidades co-irmãs”.

Normas internacionais
Com a convergência das normas brasileiras de contabilidade aos padrões internacionais, trazida pela Lei nº 11.638, aprovada em 2007, o segmento contábil encontra-se em verdadeira ebulição e evolução no País. As Normas Internacionais de Contabilidade (ou IFRS – International Financial Reporting Standards) para as companhias de capital aberto e empresas limitadas, revolucionam a atuação dos contadores e auditores brasileiros.
Os profissionais encontram hoje um mercado no qual os critérios unificados de comparação entre empresas internacionais e nacionais aumentam ainda mais a responsabilidade dos contabilistas que elaboram ou auditam balanços. “Tudo isso exige que os profissionais tenham maior visão crítica e conhecimentos técnicos aperfeiçoados em áreas como planejamento, gestão, finanças, tributária e societária”, avalia o presidente do CRC-SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), Sergio Prado de Mello.
Para ele, cabe aos contabilistas transformarem as demonstrações contábeis em base para eficientes planos de gestão, que garantam a sustentabilidade das empresas num mercado cada vez mais competitivo: “Por outro lado, esse dinâmico processo de transição traz para nossos profissionais excelentes oportunidades para desenvolver carreiras de sucesso, inclusive no Exterior”.
Outro impacto da Lei nº 11.638/07 foi sentido no ensino superior de Ciências Contábeis. De acordo com o CFC (Conselho Federal de Contabilidade), aproximadamente 25 mil novos contabilistas concluem seus cursos anualmente. E saem das 1.046 instituições de ensino brasileiras com a responsabilidade de aprofundarem seus conhecimentos sobre as novas regras participando de cursos, especializações, seminários e congressos.
Segundo o vice-presidente de Desenvolvimento Profissional do CRC-SP, Luiz Fernando Nóbrega, o contabilista que já estiver por dentro das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS) tem um excelente diferencial no mercado de trabalho: “É grande a demanda por esses profissionais, mas rara a oferta”, diz Nóbrega, que estima em, pelo menos, quatro anos o tempo de atualização e capacitação de todo o pessoal que atua no segmento.

Diagnóstico empresarial - Modelo para empreendedores

Relacionamos abaixo o mínimo necessário para que o empreendedor possa conjuntamente com seus assessores proceder a um Diagnóstico Empresarial, para que, após, realizado possibilite a um adendo ao planejamento para fins de ajustamento e sobrevivência do empreendimento.

A crise financeira é voraz e não escolhe adversário, quem estiver em melhores condições de enfrentá-la sobreviverá, caso contrário perecerá, pois ela não tem nenhum sentimento e fatalmente alcançará todas as empresas e toda a cadeia produtiva poderá sentir a sua força descomunal.

Acredito que a base necessária para enfrentar qualquer turbulência é sempre a criatividade embasada num ambiente que envolve uma exímia educação de qualidade dos colaboradores, somente assim poderemos combater essa crise.

A elaboração do Diagnóstico Empresarial possibilita o conhecimento dos pontos fortes e fracos da empresa, agregado a potencialidade do mercado interno e externo, devemos traçar diretrizes que poderão agregar valor á empresa e ajuda-la a conter o impacto dos efeitos dessa crise.

Devemos lembrar que essa ação é vital para o continuísmo da atividade econômica do empreendimento e não deve ser menosprezada sob pena de igual tratamento a empresa poderá sofrer, caso negligencie a presente informação.

1) Aspecto Legal

Contratos e Aditivos atualizados
Alvarás atualizados
Licença Ambiental atualizada
Quadro de Horário atualizado
Inscrições atualizadas
Certidões Negativas - Secretaria da Receita Federal do Brasil
Previdência Social
FGTS - Caixa Econômica Federal
Secretaria da Fazenda do Estado
Secretaria de Finanças do Município
Demais

2) Consultas:

SERASACDL - Sócios
Tribunal de Justiça
Tribunal Regional do Trabalho
Demais

3) Contabilidade:

Por ser uma ciência que mensura ou registra os fatos e atos administrativos emanados do patrimônio empresarial vinculado a uma entidade econômica, seus demonstrativos e setores representam importância ímpar para a gestão empresarial, pois de nada adianta manter ou possuir uma contabilidade sem transparência e que não condiz com a veracidade dos fatos, pois a qualquer momento ela poderá servir como prova da licitude dos atos da gestão empresarial.

3.1) Setor Fiscal:

Pesquisa de regularização dos tributos federais, estaduais e municipais, política de compras, entradas e saídas, controle e estoques, conta gráfica de compras, vendas, controle de estoques e de tributos, livros fiscais, legislação especifica, Nota Fiscal Eletrônica, SPED — Fiscal, etc.

3.2) Setor de Pessoal:

Pesquisa de regularização junto a Previdência Social, FGTS, Sindicatos etc., livros trabalhistas, análise do setor através do tour over de pessoal, analise de rescisões e contratações, analise de investimento em qualificação e capacitação, legislação especifica, sistema de controle, etc.

3.3) Setor de Contabilidade:

Conciliações de contas, Circularização de débitos e créditos, Financiamentos, Empréstimos, Leasing, Contas a Receber e a Pagar, Obrigações Sociais e Tributárias, Livros Contábeis, legislação especifica, SPED — Contábil, etc.

4) Demonstrativos Financeiros:

Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício, Demonstração do Fluxo de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Demonstração da Mutação do Patrimônio Líquido.

5) Análise Financeira:

Capital Circulante, Capital de Terceiros, Grau de Endividamento, Capita Próprio, Retorno Operacional de Investimento, Fator de Insolvência, Capital Fixo, Ajuste de Avaliação Patrimonial, análise dos derivativos em direitos e títulos de créditos classificados no ativo circulante e realizável em longo prazo que passam a ser avaliados pelo valor de mercado, elementos de ativos e passivos decorrentes de operações de longo prazo que passam a ser ajustados a valor presente, análise sobre a recuperação dos valores registrados no imobilizado, investimento, intangível e diferido, análise do método da equivalência patrimonial.

6) Planejamento Empresarial:

Planejamento Estratégico de Vendas, Planejamento Tributário por Elisão Fiscal, Planejamento e Controle de Custos e Despesas, Planejamento de Custos Trabalhistas, Planejamento de Investimentos, etc.

7) Customização:

Identificação de Custos diretos e indiretos, Custos indiretos de fabricação, custos de comercialização, impacto tributário, margem de lucro, controle de Estoques, PCP, Metodologia de Custos, etc.

8) Precificação:

Customização da produção ou da comercialização, custo fixo, margem lucro, impacto tributário, preço de venda á vista e á prazo, estoque de produtos acabados, logística, valor adicionado por produto, etc.

9) Fluxo de Caixa:

Identificação de captação ou não de recursos, reaprazamento de obrigações, escalonamento de dívida, reordenamento de empréstimos e financiamento, levantamento de necessidade de recursos, etc.

10) Orçamento de Investimento:

Aquisição de máquinas e equipamentos, leasing de veículos, móveis, máquina e equipamentos, reaparelhamento da linha de produção, investimento em expansão, constituição de filiais ou similares, etc.

11) Viabilidade Econômica:

Análise do Produto no Mercado, Capacidade de agredir o mercado, Valor da Marca, Valor do Capital humano, potencialidade da empresa em agregar novos produtos, expansão de mercados, pesquisa de mercado, Comparação dos Demonstrativos com o Planejamento Empresarial.

11.1) Melhorias Contínuas:

O resultado de um Feed back conclusivo, identificação dos pontos fortes e fracos, implementação de melhorias que possam atenuar os efeitos da retração de produtos no mercado, giro dos estoques, planejamento estratégico de vendas, marketing, etc.
Observamos que na crise financeira as grandes empresas por terem um melhor controle interno, planejamento, auditoria, contabilidade, e demais estão sentindo sensivelmente, imagine as pequenas que não se preocupa com citados controles vitais, no mínimo devem ter um profissional competente que possa assessora a empresa nesse momento, caso contrário estará fadada ao fracasso.
A rapidez e flexibilidade das ações devem fazer um grande diferencial para as empresas, incluindo ainda a criatividade e a inovação para conter o efeito da crise financeira, não se esquecendo da busca de controles e contabilidade transparente.
Em resumo ao artigo escrito, podemos citar que somos conscientes das dificuldades que podem influenciar a realização do Diagnóstico Empresarial, pois sua realização exige certo grau de conhecimento técnico e específico, e uma educação de qualidade, e que somente alguns profissionais se prepararam para esse momento, mas devemos entender que na vida todos desejam ganhar, mas somente alguns são agraciados com o bônus de permanecer na sua atividade econômica, sem nenhuma mácula, pois a crise financeira não perdoa os incautos.

Empreendedores - Reflexão e Insustentabilidade

Diante do cenário econômico que se aproxima para o exercício de 2009 e 2010, que denota retração de mercado, problemas econômicos, desemprego, desaceleração econômica, redução de capital circulante, mudanças e alterações importantes na legislação tributária através da Nota Fiscal Eletrônica, SPED (Serviço Público de Escrituração Digital) no cenário FISCAL e CONTÁBIL, exigindo maior transparência dos atos e fatos emanados das empresas, com um claro objetivo de combater a sonegação fiscal nas três esferas, sejam, federal, estadual emunicipal.

A mudança radical de ações não convencionais dantes operacionalizadas na empresa devem ser repensadas, sob pena de onerar financeiramente o patrimônio da empresa, essa postura deve ser radicalmente refletida e diante do novo cenário, procurar trabalhar com maior transparência e profissionalismo se acercando de profissionais diferenciados onde possam agregar valor as ações positivas.

Mudanças significativas na legislação trabalhistas, que provavelmente visa compensar direitos trabalhistas dos colaboradores, mas com objetivo de elevar os custos trabalhistas para as empresas, apesar de ensaiar reduções percentuais que já percebemos que o governo tenta ensaiar redução, mas em seguida compensa determinados tributos, como um teste para sentir a existência ou não do Planejamento Tributário por Elisão Fiscal nas empresas.

O Planejamento Tributário por Elisão Fiscal é um planejamento elaborado dentro e para a empresa analisando a legislação tributária especifica com tratamento profissional que visa a sua aplicação e tratamento diferenciado, mas sempre mantendo um rígido controle sobre o seu impacto.

Sabemos que diante do quadro de executivos, administradores, empreendedores, gestores, e demais universos de profissionais envolvidos no ambiente da gestão empresarial, raramente encontramos, empresa que exerce um PLANEJAMENTO EMPRESARIAL, pois como sabem as empresas localizadas no Nordeste e as demais nos estados que formam a federação, o número de ME's e EPP's são maiores que as outras (médias e grandes), conforme estudos elaborados.

Mesmo assim devemos entender que qualquer que seja o tamanho da empresa é IMPRESCINDÍVEL à existência do PLANEJAMENTO Empresarial e demais planejamentos dele derivados, tais como: Planejamento Tributário por Elisão Fiscal, Planejamento Estratégico, etc, mas sua elaboração e aplicabilidade dependem do nível de qualificação e capacitação que detêm seus colaboradores, o que comprovadamente implica na baixa ou extinção do empreendimento em pouco tempo.

O primeiro profissional que o empreendedor contacta é um CONTADOR, para a abertura legal de sua empresa, após pesquisa e estudos que identificaram a sustentabilidade do seu empreendimento, analisando diversas variáveis sejam intrínsecas e extrínsecas, devendo citado profissional expor com clarividência todos os fatos que norteiam as obrigações e direitos de uma empresa.

Ora, sabemos que mesmo a ação de constituir a empresa seja derivada de pesquisa e análise, isso não garante o sucesso do empreendimento, imagine sem fazê-los, qual será a destinação dos esforços, tempo, custos, sonhos e capital investido sem o mínimo de respeito e responsabilidade profissional, obviamente é inegável o resultado.

Nesse momento exalto a pessoal do CONTADOR, profissional altamente qualificado e capacitado, com estudos superiores que legitimam sua experiência, teórica e pratica, que depois de contratado pelo empreendedor assessora e procede a consultorias técnicas, tributárias, administrativas, de controle interno, de custos, de marketing, de precificação, e demais, que perfaz a postura do profissional globalizado.

Compete ao profissional relatar diante do cenário econômico e em face da viabilidade econômica do negócio ajudar a traçar um planejamento empresarial que seja aferido periodicamente e que se proceda ao alinhamento necessário através das melhorias contínuas vitais para a sustentabilidade e continuísmo do empreendimento.

É bem verdade que diante das alterações sofridas pela Lei das Sociedades Anônimas, com modificações nos demonstrativos contábeis e financeiras, com as mudanças de critérios de avaliações de ativos e passivos, buscando, portanto uma maior veracidade e atualização dos valores monetários das rubricas mensuradas pela CONTABILIDADE, tendo sua integração através dos setores, fiscal, pessoal, vendas, estoques, compras, tributação, faturamento, cobrança, e demais exarados nos seus demonstrativos.

Ao profissional de contabilidade, após a ratificação do cumprimento dos preceitos legais e dos princípios geralmente aceitos, inicia a análise e aferição dos demonstrativos face ao planejamento determinado e aprovado, e em seguida relata o feed back conclusivo do status do patrimônio da empresa, observando os pontos fortes e fracos da gestão.

Na oportunidade o profissional deve sugerir algumas estratégias, que visem à maximização dos recursos e a minimização dos esforços, custos, despesas, demonstrando através do Fluxo de Caixa, a real situação daempresa e sua posição futura, tentando identificar a necessidade de captação ou não de recursos e adequando a situação da EMPRESA.
Se sua empresa já existe, proceda a um DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL o mais breve possível, para que possa adentrar no universo de 2009 e 2010, observando seus pontos fracos e visualizando as retificaçõesnecessárias para que não possa oferecer obstáculos á gestão futura.

Não se preocupe, pois por pior que seja a sua situação haverá sempre uma alternativa, mesmo que isso seja uma mudança radical de metodologia e filosofia operacional na administração, sua decisão sempre afetará toda á empresa, mas sua finalidade está sempre presente, ou seja, salvaguardar o patrimônio da empresa a qualquercusto, m esmo que isso, implique em mudanças estruturais e de novas contratações de novos profissionais.

Periodicamente é aconselhável que os demonstrativos contábeis e financeiros sejam alinhados com o planejamento empresarial, oferecendo, portanto oportunidade para a implementação das melhorias que deverão corrigir se necessário, o foco e objetivos da gestão empresarial.

Desnecessário informar que a administração da empresa deve contratar profissionais que tenham o perfil desejado para que aconteça a sinergia e integração das informações e que possibilitem agregar valor ao patrimônio da empresa, mas isso necessita de coragem na tomada de decisão, devendo se desfazer de entraves e obstáculos que de nada adiante mantê-los ou sustentá-los.

A sobrevivência da empresa merece uma reflexão conclusiva que a alta administração deve tomar com decisões necessárias para manter o continuísmo da empresa, mesmo que isso represente cortar a própria carne, somente assim a empresa poderá sobreviver diante do cenário econômico que se avizinha nos anos de 2009 e 2010.

As ações corretivas devem ser tomadas com conhecimento, estudo e análise, sempre buscando sua transparência que possam agregar valor e demonstrar com segurança e competência a busca de resultados positivosque legitimam um profissional empreendedor qualificado e capacitado para atingir o desenvolvimento sustentável da empresa.

No momento atual, e diante da crise financeira globalizada que ainda não atingiu severamente nosso Brasil, não se pode em momento algum desprezar qualquer momento para ajustar o planejamento empresarial, eque só atingiremos os objetivos se tivermos profissionais que possam interagir diante da necessidade imediata.

Diante dos fatos podemos resumir o presente artigo na simplicidade das seguintes palavras:

"A árvore só dará bons frutos se regada no momento certa o por profissionais qualificados e capacitados, mesmo assim ficará a mercê das intempéries (variáveis e invariáveis), imaginem sem essa base".

Empresário atualizado, é Lucro

Nos dias atuais, com diversas mudanças na legislação contábil e tributária, é tempo de planejar, organizar, o que esta por vir neste ano. Grande parte dos empresários não estão sabendo das alterações e arcando com as conseqüências.

As conseqüências que podem ser muitas, e também fatais para uma empresa que está numa situação de risco. Fatais sim! Pelos os empresários não estarem informados e não saberem como cobrar de seu contador, tributarista ou jurídico da empresa.

Os empresários devem saber o básico de seu negócio, além de administrar, ou seja, saber qual a forma de tributação da empresa, se é SIMPLES, LUCRO PRESUMIDO OU LUCRO REAL, as diferenças básicas entre uma e outras forma de tributação.

De forma muito resumida:

SIMPLES é tributado sobre a receita bruta mensal, ou seja, a receita bruta acumulado dos 12 últimos meses será colocada na tabela progressiva para achar alíquota que deverá ser aplicada sobre as vendas do mês, nesta modalidade poderá ser englobado até oito tributos em uma única guia de arrecadação( Pis, Cofins, IRPJ, CS, ICMS, ISS, IPI, CPP), a Contribuição Patronal à Previdência(CPP) pode ou não estar incluída no SIMPLES (para as empresas que não tem a CPP incluídas no SIMPLES a alíquota varia conforme o faturamento) caso não esteja incluída, deverá ser recolhida na Guia da Previdência Social(GPS), conforme LC 123/2006 e suas respectivas alterações;

LUCRO PRESUMIDO é a forma na qual a empresa é tributada sobre venda bruta. Para cálculo do PIS e da COFINS é aplicado a alíquota de 0,65% e 7,6% respectivamente, sobre o faturamento, podendo ocorrer variações nas alíquotas em atividades especiais conforme a legislação vigente, o IRPJ e CS também são calculadas com base na faturamento da empresa é aplicado a alíquota para encontrar a base de cálculo(de acordo com a atividade da empresa), e sobre esta base cálculo é a aplicada a alíquota de 15% e 12% respectivamente (RIR /99), as alíquotas são fixas para todas as atividades;

LUCRO REAL é a próprio lucro tributável, receitas menos despesas. Sobre o lucro será aplicado a alíquota de 15% para IRPJ e 12% para CSLL. O PIS e a COFINS são calculados de forma não cumulativa, ou seja, as compras, telefone, energia elétrica, e outras despesas ligadas intrinsecamente com a atividade da empresa geram créditos. Sobre o faturamento é aplicado as alíquotas de 1,65% PIS e 7,6% COFINS, deduzindo os créditos permitidos na legislação de acordo com a atividade da empresa, algumas atividades estão impedidas de usufruir da não cumulatividade, conforme a legislação vigente. No lucro real a empresa pode destinar parte dos seus lucros a incentivos fiscais, reduzindo o valor do IR e CS a pagar.

O INSS Patronal é aplicado à alíquota que varia de 20% a 30% sobre a folha de pagamento, no Lucro Presumido e Real.

O FGTS nas três formas de tributação, SIMPLES, Lucro Presumido e Real, é aplicado à alíquota de 8% sobre o total da folha de pagamento dos funcionários.
Como havia sido mencionado, um mau planejamento da empresa para a forma de tributação pode ser fatal. Para se ter uma economia financeira significativa, de até 60% das despesas com tributos, é necessário um embasamento por parte dos empresários sobre as informações básicas para questionar e solicitar um PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO, ao profissional habilitado.

A empresa que não tem um planejamento tributário adequado a sua atividade, paga além do necessários aos cofres públicos, deixando a empresa, muitas vezes, sem fluxo de caixa e ter que obter recursos externos, no mercado financeiro (empréstimos), para poder cumprir com suas obrigações.

“A vida de uma empresa é tão importante quanto de uma pessoa, se os negócios não vão bem, a empresa também morre.”

Mistério da História





























Incrível:
1) Dobra uma nota de $20 nova em duas partes...2) Torna a dobrar e cuida de a dobrar exactamente como na imagem abaixo 3) Dobra a outra parte tal e qual como aqui 4) Agora vira-a...Que coincidência! um simples dobrar geométrico duma nota de $20 dollar revela uma catástrofe, visível em todas as notas de 20 dólares!!!
Coincidência? Tu é que decides
Se isto ainda não fosse suficiente, isto é o que viste:

Primeiro: o Pentágono a arder...Depois, as Twin Towers
E olha aqui... !!
Três incidentais desastres numa nota de $20 dollar? Desastre 1 (Pentágono)Desastre 2 ( Twin Towers )Desastre 3 (Osama)???E ainda se torna melhor: 11 + 9 = $ 20 !!
(11/9 = onze de Setembro, o dia dos ataques às Twin Towers e ao Pentágono)
Estranho, hein?
Isto é uma lição de história, sobre a qual as pessoas não se importam de observar !

AVISO DAS SEGURADORAS

1- MUITO IMPORTANTE AVISO DAS SEGURADORAS. Todas às vezes que os senhores se envolverem em acidente de trânsito, cujo terceiro seja um motoqueiro, façam o BO (boletim de ocorrência) independente de serem culpados ou não. Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é o culpado e tenta fazer um acordo no local, diz que está bem e não quer socorro médico. Só que, depois, ele vai a um distrito policial, registra o BO e alega que o veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando, na justiça, dias parados, conserto da moto e etc .. Na maioria dos casos, as testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros. ROSANA TEIXEIRA FONSECA - CORRETORA DE SEGUROS Isto é um fato, pois está ocorrendo com muita freqüência. Portanto, não caia na conversa do motoqueiro, que diz não ter acontecido nada. Em um dos casos recentes a pessoa envolvida foi até a delegacia registrar BO, e eis que, quando chega à delegacia, lá estavam os tais amigos do motoqueiro tentando registrar BO de ausência de socorro. ISTO É MUITO IMPORTANTE !!!

O BRASILEIRO É ASSIM....

- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura. - Fala no celular enquanto dirige. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento. - Trafega pela esquerda, enquanto pessoas com pressa tentam passar, por aquela que é a faixa de ultrapassagem.

- Para em filas duplas, triplas em frente às escolas - Viola a lei do silêncio. - Dirige após consumir bebida alcoólica. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho. - Faz gato de luz, de água e de tv a cabo. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes físicos. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado. - Compra produtos piratas com a plena consciência de que são piratas. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA. - Não pára na faixa, para o pedestre atravessa a rua.

- Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado... - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem... - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve. E quer que os políticos sejam honestos.Escandaliza-se com a farra das passagens aéreas. Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não ?
Brasileiro reclama de quê, afinal ?

É Necessário ser proativo

A cada dia mais as organizações precisam de líderes e têm o maior interesse em ver o desenvolvimento de seus colaboradores. Portanto, compartilhe com a organização suas intenções e ambições. Corra atrás, vá e busque oportunidades de liderança, seja em equipes, em algum projeto, em família ou ainda na sua comunidade. Cada experiência lhe ajudará a crescer. O importante é agir, não esperar que outro faça por você. Hoje, a velocidade das mudanças no mundo exige que profissionais e empresas assumam uma atitude de aprendizagem contínua a fim de manter a competitividade. Desenvolva sua flexibilidade. Mostre que é flexível e está aberto às novas idéias fazendo o seguinte: • Pense de maneira criativa em como o trabalho é organizado. Identifique em sua própria área as barreiras que reduzem o poder de tomar decisões que sua equipe possui. Observe o que não está satisfazendo as outras pessoas na sua maneira de agir. Identifique em seus métodos atuais de trabalho as ineficiências e as atividades que não agregam valor. • Torne-se aberto a novas idéias, evite rejeitá-las. Pense primeiro nas maneiras como uma idéia pode ser implementada, depois avalie seu mérito. Se você se pegar pensando “não é assim que fazemos as coisas aqui”, saiba que esse é um sinal para prosseguir em vez de parar. Procure melhorar a sua criatividade e a de seus colaboradores. Como forma de estimular a criatividade incluímos algumas idéias dadas por Michael Michalko, autor do livro Thinkertoys: • Faça reuniões de brainstorming; • Melhore todos os dias; • Pendure um edital de brainstorming; • Promova uma “Loteria de Idéias”; • Crie um Cantinho da Criatividade; • Crie o Clube dos Campeões de Criatividade; • Cobre ingressos criativos; • Mude de ‘Sim, mas...’ para ‘Sim, e...’. É muito importante se lembrar de agradecer a participação, mesmo que a idéia não seja implementada. Premie as melhores idéias e agradeça as outras – com isto você estará motivando as pessoas a pensarem criativamente e estará melhorando toda a organização. Outras formas de ser proativo são: • Comunique-se, comunique-se, comunique-se; • Peça ajuda e encoraje o envolvimento; • Conquiste a confiança; • Faça planos de ações; • Seja persistente; • Estabeleça expectativas de desempenho; • Ofereça apoio; • Busque novas responsabilidades; • Faça visitas a outras organizações; • Inscreva-se em novos cursos; • Torne-se um melhor treinador; • Encontre novas maneiras de motivar a sua equipe, antes de deixar o trabalho, todos os dias; • Tome a iniciativa. Muitos líderes estão tão condicionados a pensar apenas sobre o que sua equipe precisa que negligenciam seu próprio desenvolvimento. Não espere até que seu superior entregue a você um plano de desenvolvimento. O mais provável é que ele esteja tão ocupado com alguns aspectos das mudanças que acontecem todos os dias que não prepare um plano para o seu crescimento profissional. Você precisa tomar a iniciativa fazendo o seguinte: • Assumindo a responsabilidade por coisas que seu chefe faz agora e que você gostaria de absorver; • Aumentando sua experiência em uma área que você gosta. • Aumentando seu alcance em áreas que tradicionalmente vem evitando. Se você é da área de marketing, pode começar a entender de custos, por exemplo; • Liderando melhorias de processos interfuncionais; • Liderando equipes virtuais; • Gerando novas idéias que podem agregar um valor considerável para a organização ou seus clientes. Você precisa descartar antigas idéias de que caso você trabalhe duro, não crie dificuldades e mantenha seu nariz grudado no trabalho, seu chefe irá recompensá-lo com tarefas cada vez mais importantes e promoções. Na organização de hoje você precisa criar suas próprias oportunidades. Extraído do último capítulo do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.

Sônia jordão

Jovem pede divórcio de tiozão de 85 anos por não aguentar seu apetite sexual




Quando Kristin, uma garota de 24 anos, e o bilionário Joe Hardy, de 84, casaram, a maioria das pessoas acharam que sua vida seria uma eterna tranquilidade. Mas não foi exatamente isso que aconteceu. A jovem esposa acabou pedindo o divórcio por não aguentar o apetite sexual voraz do maridão.Três meses foram suficientes para Kristin perceber que o marido era insaciável. “Ele queria sexo quase todo o tempo, mas eu não sou aquele tipo de garota“, declarou ela ao The Mirror. “Joe costumava ficar muito chateado quando eu dizia não a ele“.Segundo a ex-esposa, Joe tomava Viagra e não escolhia horário para saciar seu desejo. “Enquanto assistíamos TV ele ficava me apalpando. Este não é um comportamento normal para casais.”Com dois jatos particulares, casas na Flórida e uma mansão de cinco estrelas, Joe é uma figura bastante conhecida em sua pequena cidade.Os dois tinham se conhecido em 2007, quando ela ainda trabalhava como manicure em um hotel de propriedade do bilionário. O jornal cita que Joe, no intuito de conquistar a moça, acabou presenteando-a com um Porsche, no valor de US$ 180 mil.“Eu amo Joe”, diz Kristin. “Eu não casei com ele por causa do seu dinheiro. Casei por amor e tão simplesmente por isso”, finalizou ela.

Coisas que nossos filhos não vão conhecer






















1 - O barulho do modem dial-up ao ligar-se.






2 - Usar um vídeo-cassete para ver ou gravar um filme.






3 - Escutar fita-cassete em um radio-gravador.






4 - Os disquetes e os discos Zip.






5 - Economizar para comprar memória RAM.






6 - Tirar o pó do projetor de slides.






7 - Enviar cartas.






8 - Telefones de disco.






9 - Esperar minutos (ou horas) para baixar um arquivo.






10 - As máquinas de escrever.






11 - Discos de vinil.






12 - Carro com carburador.






13 - Por filme na câmera fotográfica.






14 - Escutar um walkman com a namorada.






15 - Aparelhos de telex.

Se você quer perder a barriguinha e anda fazendo muito abdominal com esse objetivo, pare e leia aqui o segredo para acabar com a barriga!*

Não adianta sonhar em perder a barriga e conquistar o desejado "efeito tanquinho" apenas com abdominais. Afinal, não passa de mito a história de que os abdominais fazem os pneuzinhos desaparecerem. A verdade é que não há como perder muito peso praticando somente esse tipo de exercício porque ele não promove queima de gordura. Na realidade, eles são bons apenas para o fortalecimento dos músculos da região abdominal. Por exemplo, quem faz bastante abdominais até pode ganhar músculos durinhos no abdome. Só que eles ficam totalmente cobertos pelas camadas de gordura. Ou seja, a barriga continua lá: grande e sem definição alguma. Já os exercícios próprios para queimar as gordurinhas são os aeróbicos, como corrida, natação, ginástica aeróbica, step ou spinning. Mas não é por isso que as abdominais são dispensáveis. Elas complementam o programa de exercícios aeróbicos: um queima gordura, enquanto o outro enrijece os músculos.

Para entrar em forma, é muito importante seguir um programa de treinamento sério, que tem de ser elaborado e supervisionado por um profissional. Além da prática de atividades físicas, para realmente entrar em forma é fundamental não esquecer de fazer refeições balanceadas. Uma dieta balanceada, que contenha frutas, verduras, legumes e cereais, é uma grande aliada na batalha por um corpo esbelto. Não esqueça que a dieta deve ser elaborada por um nutricionista. Tome cuidado também com a postura. Quem tem o hábito de ficar sentado com os ombros curvados para a frente faz com que o peso do corpo caia sobre a barriga. Procure manter os ombros alinhados ao andar ou quando você está sentando. Não se iluda porque não existe milagre. Para emagrecer é preciso muita disciplina para seguir seu treinamento e paciência, além do acompanhamento de profissionais capacitados. O melhor é que, quando sentir que não precisa mais encolher a barriga, você verá que seus esforços foram recompensados!

Equipe Bem Star*